Reportagem de André Guilherme Vieira na edição de hoje do Valor Econômico explica, afinal, o que já corria pelos bastidores sobre as razões irritação de Jair Bolsonaro, que levaram à demissão do superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Ricardo Saadi: o fato de que a PF teria chegado a um grupo de milicianos que achacava doleiros investigados por lavagem de dinheiro.

“Segundo o relato de fonte a par do caso, Bolsonaro passou a recear que a investigação, se tornada pública, fosse explorada pela oposição a seu governo para atacar Flávio Bolsonaro. Como as apurações sobre a rachadinha envolveram informes do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), repassadas ao Ministério Público estadual do Rio de Janeiro (MPRJ) sem autorização judicial, elas foram suspensas em julho por liminar do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Tooli, a pedido da defesa de Flávio Bolsonaro.”

Segundo o jornal, a informação chegou ao Planalto e provocou a ira presidencial que desembocou na decisão de atropelar o Ministpério da Justiça e o comando da PF para mudar o superintendente do Rio de Janeiro e, com a resistência a isso, o próprio diretor geral da corporação caiu em desgraça e será mudado.

Afinal, o que é a Polícia Federal perto da milícia, agora, federal.



TIJOLAÇO

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