"O que se tem aí é a destruição do devido processo legal e a contaminação do sistema penal brasileiro por práticas que mais têm a ver com a máfia do que com aqueles que alegam ter as mãos limpas. Nathalie Angerami Priante Schmidt Felippe e mora no Brasil", destaca o jornalista Reinaldo Azevedo, após a revelação da Vaza Jato


(Foto: Dir.: ABR)

247 - O jornalista Reinaldo Azevedo afirma em seu blog no Uol que a "reportagem publicada nesta quarta pelo site The Intercept Brasil revela uma prática escabrosa da Lava Jato, em conluio com o então juiz Sergio Moro: para a operação conseguir o que pretendia de um investigado, tomou-se a decisão de pressionar, com truculência característica, a sua filha".

"Vamos dar nomes às personagens. O pai é Raul Schmidt, que nasceu e cresceu no Brasil, mas tem cidadania portuguesa e mora em Portugal. A filha é Nathalie Angerami Priante Schmidt Felippe e mora no Brasil", reforça.

O colunista destaca que procuradores da Lava Jato e Moro acharam legítimo recorrer "a práticas de constrangimento da filha para tentar forçar o pai a se entregar". "Mesmo reconhecendo que não havia provas muito claras de que Nathalie tivesse ciência das atividades imputadas a Raul, o então juiz autorizou as ações de caráter obviamente punitivo", acrescenta.

"Eis as práticas que andam a ser aplaudidas ou por canalhas ou por idiotas. Isso nada tem a ver com o combate à corrupção. O que se tem aí é a destruição do devido processo legal e a contaminação do sistema penal brasileiro por práticas que mais têm a ver com a máfia do que com aqueles que alegam ter as mãos limpas.Nathalie Angerami Priante Schmidt Felippe e mora no Brasil", acrescenta.


Brasil 247

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