Nesta quarta-feira, Weintraub divulgou um vídeo em seu Twitter ao lado do deputado federal Carlos Jordy (PSL) afirmando que "não vai deixar barato" o que chama de "totalitarismo" do reitor da UFF, Antonio Cláudio Lucas da Nóbrega, e do diretor do campus de Campos dos Goytacazes, Roberto Cezar Rosendo Saraiva da Silva


Weintraub e o deputado Carlos Jordy (Reprodução/Youtube)


Um dos principais alvos do levante conservador olavista promovido pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, a Universidade Federal Fluminense (UFF) está cada vez mais estrangulada financeiramente.

Segundo o jornalista Ancelmo Góis, em sua coluna no jornal O Globo nesta quarta-feira (4), professores do departamento de Economia da universidade estão fazendo vaquinha para pagar os salários de três funcionários terceirizados que há mais de 30 anos trabalham no campus.

Nesta quarta-feira, Weintraub divulgou um vídeo em seu Twitter ao lado do deputado federal Carlos Jordy (PSL) afirmando que “não vai deixar barato” o que chama de “totalitarismo” do reitor da UFF, Antonio Cláudio Lucas da Nóbrega, e do diretor do campus de Campos dos Goytacazes, Roberto Cezar Rosendo Saraiva da Silva.

No vídeo, o parlamentar diz que Roberto Saraiva teria instaurado sindicância contra o movimento conservador Livre UFF, ligado ao bolsonarismo.




Revista Fórum

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