(foto ag câmara)

Veja o que acontecerá no exemplo dado pelo deputado:

Como não dá pra desenhar, vou contar uma história pra mostrar o tamanho da tragédia que é essa reforma da previdência e como ela vai piorar muito a vida das famílias dos trabalhadores pobres. Segue a linha!

Imaginem um operário chamado José, de 65 anos e morador de uma favela carioca. Com muita dificuldade, ele contribuiu por 25 anos com a previdência.

Nesse tempo em que conseguiu trabalhar com carteira assinada e contribuir, por cinco anos, José recebeu salário de R$ 1 mil. Nos outros 20, a remuneração subiu para R$ 2 mil.

Pelas regras atuais de cálculo do valor da aposentadoria, que leva em conta somente 80% da média das maiores contribuições, ele se aposentaria com R$ 1.900.

É pouco, né? Mas a reforma da previdência vai piorar muito a vida de José e sua família.

Com a nova regra de cálculo, que conta todas as contribuições e não as 80% maiores, em vez de receber R$ 1.900, ele embolsará R$ 1.260. Ou seja, José vai perder R$ 640!

A tragédia para a família de José fica ainda maior se ele morrer…

Pelas novas regras da pensão por morte, dona Maria, a viúva, em vez de receber os R$ 1.260 a que tem direito, passaria a embolsar o equivalente a apenas 60% do benefício do marido: míseros R$ 756! Valor abaixo do salário mínimo!

A Reforma da Previdência não ataca privilégios, ela vai tirar o pouco que as famílias como a de José e Maria tem…


Carta Campinas

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