Mais sombra sobre outro caso conduzido pela Força Tarefa de Curitiba e por Sérgio Moro contra Lula, desta vez o do caso das obras no sítio pertencente a Fernando Bittar que “seria” do ex-presidente, segundo a sentença que lhe foi imposta, já com a juiza Gabriela Hardt no comando da 13a. Vara Criminal de Curitiba.

No UOL, o ex-diretor-superintendente da Odebrecht Carlos Armando Paschoal, disse à Justiça de São Paulo – onde corre processo sobre possíveis atos de corrupção na gestão de Gilberto Kassab na prefeitura paulistana – que foi “quase que coagido” a ” construir um relato” no caso do sítio de Atibaia, por exigência do Ministério Público.

Perguntado porque aconteceram “ajustes” de versões entre os diversos delatores da Odebrecht, Paschoal respondeu:]

—Sem nenhuma ironia, desculpa doutor, precisava perguntar isso para os procuradores lá da Lava Jato. No caso do sítio eu não tenho absolutamente nada, por exemplo, fui quase que coagido a fazer um relato sobre o que tinha ocorrido. Eu, lá no caso, identifiquei o dinheiro para fazer a obra do sítio. Tive que construir um relato.
Advogado: — Construir um relato?
— Fazer um relato. Olha, aconteceu isso, isso e isso. E eu indiquei o engenheiro para fazer as obras.

Será que foi o “hacker” que coagiu o delator a “construir um relato”?

Assista:








TIJOLAÇO

Faça um comentário

-Os comentários reproduzidos não refletem necessariamente a linha editorial do blog
-São impublicáveis acusações de carácter criminal, insultos, linguagem grosseira ou difamatória, violações da vida privada, incitações ao ódio ou à violência, ou que preconizem violações dos direitos humanos;
-São intoleráveis comentários racistas, xenófobos, sexistas, obscenos, homofóbicos, assim como comentários de tom extremista, violento ou de qualquer forma ofensivo em questões de etnia, nacionalidade, identidade, religião, filiação política ou partidária, clube, idade, género, preferências sexuais, incapacidade ou doença;
-É inaceitável conteúdo comercial, publicitário (Compre Bicicletas ZZZ), partidário ou propagandístico (Vota Partido XXX!);
-Os comentários não podem incluir moradas, endereços de e-mail ou números de telefone;
-Não são permitidos comentários repetidos, quer estes sejam escritos no mesmo artigo ou em artigos diferentes;
-Os comentários devem visar o tema do artigo em que são submetidos. Os comentários “fora de tópico” não serão publicados;

Postagem Anterior Próxima Postagem