O caso do aerococa ainda causa perplexidade.

Um sargento da Aeronáutica que ingressou nos vôos de apoio às viagens presidenciais em 2016 — portanto, depois que Dilma Rousseff deixou o poder — embarcou sem qualquer controle num avião oficial com 39 quilos de cocaína?

Eram dele? Quem entregou a ele? A quem ia entregar?

Devido à comprovada ligação da família Bolsonaro com milicianos e ao fato de que o filho mais jovem do presidente namorou a filha de um suspeito do assassinato da vereadora Marielle Franco — suspeito que mantinha em esconderijo 117 fuzis –, as avenidas para especulação se abriram nas redes sociais.

Em discurso na Câmara, o deputado federal Pedro Uczai (PT-SC) transformou em uma série de indagações o espanto de brasileiros e da mídia estrangeira (ver acima) com o caso:



Viomundo

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