O ministro negou as ameaças e acusa a deputada de fazer campanha difamatória contra ele. Segundo a Agência Folha, a deputada federal prestou depoimento espontâneo à Polícia Federal em Brasília, na quarta (10), ocasião em que solicitou proteção policial.

“Prometi na vida pública combater a corrupção e jamais iria me calar diante do surgimento de um foco de corrupção tão perto de mim. Senti-me na obrigação de levar os fatos ao conhecimento do Ministério Público. No início me mantive em silêncio por receio da reação dos envolvidos. Agora vieram sérias ameaças, que se concretizaram através de interlocutores do ministro”, afirmou a deputada à Folha de S.Paulo.

Alê Silva afirmou que descobriu o esquema após a eleição, a partir de relatos de políticos do PSL de Minas e de pesquisa nos dados da prestação de contas das candidatas apontadas como sendo de fachada.

Afirmando temer represálias no partido, ela encaminhou o material e os relatos que tinha à Associação Patriotas em Foco, de sua cidade. A entidade fez uma representação ao Ministério Público dias antes da publicação da primeira reportagem sobre o caso.

Alê Silva mora em Coronel Fabriciano, no Vale do Aço, região que concentra a maior parte das candidatas laranjas do PSL de Minas.

“Duas laranjas, Debora Gomes e Milla Fernandes, são da minha região. Eu andei palmo a palmo todo o Vale do Aço e nunca ouvi falar delas durante o período de campanha. [...] Tudo o que eu pesquisei e o que foi relatado pelas laranjas que acusaram o ministro tem extrema consistência”, afirma a deputada federal.

Da redação com informações do UOL


Portal Vermelho

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