O Globo

Viúva afirma que militares ainda atiraram após apelos
Exército prende dez praças envolvidos no crime, que responderão à Justiça Militar

Por “inconsistência nos fatos reportados”, o Exército prendeu os dez envolvidos no fuzilamento de carro que matou o músico Evaldo Rosa e feriu duas pessoas. A viúva, Luciana, disse que os militares não pararam de atirar mesmo após pedido de ajuda e que ainda debocharam da situação. (Páginas 12 a 15 e editorial “Exército precisa investigar com rigor fuzilamento de músico".


Manchete: Bolsonaro demite Vélez do MEC e escala economista
Analistas temem inexperiência e pauta ideológica de Abraham Weintraub, atual número 2 da Casa Civil

O presidente Jair Bolsonaro demitiu Ricardo Vélez do Ministério da Educação, que passa por crise, e nomeou o economista Abraham Weintraub para o comando da pasta. Atual número 2 da Casa Civil, ele é especialista em Previdência, e seus comentários recentes sobre política educacional limitaram- se à crítica ao que chama de “marxismo cultural” nas universidades. Analistas temem que a falta de experiência e a pauta ideológica dificultem a gestão do MEC, repetindo erros de Vélez. (Páginas 27 e 28)


Guedes e Maia em sintonia pela reforma
O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, prometeram trabalhar pela reforma da Previdência, mas recusaram o papel de articuladores políticos no E Agora, Brasil?, evento organizado pelos jornais O GLOBO e Valor. (Página 19)

Bolsonaro vai usar viagens para divulgar agenda positiva
Depois de priorizar roteiro internacional, o presidente vai circular pelo país para defender a reforma, anunciar 13º do Bolsa Família e se reunir com evangélicos. (Página 4)

Mourão, um vice disposto a divergir do presidente
Atacado por apoiadores do presidente, o vice Mourão vem discordando de Bolsonaro em temas como China, Israel, aborto, esquerda e armas. (Página 10)

Cadastro positivo vira lei e se torna efetivo em 6 meses
A lei do cadastro positivo foi sancionada ontem, e a inclusão de consumidores no sistema será automática. O modelo entra em funcionamento pleno em 6 meses. Espera-se queda nos juros do crédito a bons pagadores. (Mercado A17)

Bolsonaro tem ideias, mas falta execução, diz Huck 
Cotado à Presidência em 2018, o apresentador Luciano Huck diz à Folha que o governo Bolsonaro merece crédito, mas quer concretizar propostas “com o avião voando”. Para Huck, é difícil começar uma gestão sem projeto claro. (Poder A8)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Bolsonaro demite Vélez e põe economista no MEC
Abraham Weintraub diz que fará gestão técnica, mas não se descolará da ‘ideologia clara’ do presidente

O presidente Jair Bolsonaro anunciou ontem o número dois da Casa Civil, Abraham Weintraub, para ser o ministro da Educação em substituição a Ricardo Vélez Rodríguez, demitido depois de uma crise na pasta. Próximo ao ministro Onyx Lorenzoni, Weintraub é economista e trabalhou no mercado financeiro, mas não tem experiência em políticas educacionais. Em entrevista ao Estado, Weintraub disse que fará uma gestão técnica, mas não se descolará das convicções do presidente Bolsonaro que, para ele, tem uma “ideologia clara”. “Minha missão é cumprir o que foi escrito no programa de governo de forma serena, tranquila e eficiente, de forma a gerar bem-estar ao cidadão”, afirmou. Por Weintraub ser um admirador do escritor Olavo de Carvalho e defender o combate ao “marxismo cultural” nas universidades, os especialistas temem viés ideológico na pasta. (Política / Pág. A4)


INSS paga acima do teto a 5.239 beneficiários
O plano de socorro do governo federal a Estados terá como contrapartida para acesso a ajuda financeira a abertura do mercado de distribuição de gás. A medida é parte da estratégia que o ministro Paulo Guedes, da Economia, chama de “choque de energia barata”. (Economia / Pág. B5)

Mudança de estatuto aumenta crise na Apex (Política / Pág. A4)

Ameaça de demissões
O presidente Jair Bolsonaro disse ontem que outros ministros podem ser demitidos em “caso de problemas”. A declaração foi feita após a demissão de Ricardo Vélez Rodríguez do Ministério da Educação, “por questão da gestão”. (Pág. A4)

Ajuda a Estados prevê abertura do setor do gás
O plano de socorro do governo federal a Estados terá como contrapartida para acesso a ajuda financeira a abertura do mercado de distribuição de gás. A medida é parte da estratégia que o ministro Paulo Guedes, da Economia, chama de “choque de energia barata”. (Economia / Pág. B5)

Eliane Cantanhêde
Assim como Ricardo Vélez, há uma fila de embaixadores esperando o ‘bilhete azul’ que não vem. (Política / Pág. A6)

Ana Carla Abrão
São nossos jovens os que farão a diferença, convencidos de que querem viver em um outro Brasil. (Economia / Pág. B5)

NOTAS & INFORMAÇÕES 
Clima favorável à reforma
Crescimento na Câmara do apoio à reforma da Previdência é uma ótima notícia em meio à incerteza gerada pela desarticulação política do governo. (Pág. A3)

A lição dos 100 dias
A queda da popularidade do presidente mostra que a população não quer desculpas, mas resultados. (Pág. A3)


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Folha de S. Paulo

Manchete: Vélez cai,e Bolsonaro anuncia Abraham Weintraub no MEC
Novo ministro não tem experiência em gestão de educação e também é afinado com Olavo de carvalho

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou ontem em rede social o novo ministro da Educação. Abraham Weintraub assume o lugar de Ricardo Vélez Rodríguez, exonerado na mesma data. Professor da Universidade Federal de São Paulo, Weintraub é economista e mestre em administração pela FGV. Na Casa Civil, era um dos principais assessores de Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Com tímida produção acadêmica, nunca atuou com gestão de políticas públicas em educação, assim como seu antecessor. A inexperiência é vista com preocupação por especialistas da área. A mudança tenta colocar fim à crise instalada no MEC. Apesar de não ter vinculação com grupos que disputam espaço na pasta, o escolhido é afinado com o ideólogo Olavo de Carvalho. Derrotada, a ala militar tem e continuidade da crise no ministério. (Cotidiano B1 e B2)


Exército prende dez militares após assassinato de músico no Rio
O CML (Comando Militar do Leste) anunciou ontem a prisão de 10 dos 12 militares envolvidos no assassinato do músico Evaldo Rosa dos Santos, 46, na tarde de domingo (7), em Guadalupe, zona norte do Rio. O carro que Santos dirigia foi alvo de mais de 80 tiros, que partiram de uma patrulha do Exército. Ele levava a família — incluindo a mulher e o filho de 7 anos— a um chá de bebê. O sogro ficou ferido na ação. Inicialmente, o CML informou que os militares presenciaram um assalto e reagiram a disparos. Depois, divulgou outra nota em que repudia abusos. Por lei, o caso é da Justiça Militar, o que gerou críticas. (Cotidiano B4)

Presidente tem uma promessa a cada 2 semanas a cumprir (Poder A6)

Alexandre Schneider
Ministro tem que acabar como diversionismo (Pág. B1)

Editorial
Otimismo diluído
Sobre expectativas para a economia, no Datafolha.

Mais desistências
A respeito de saída de brasileiros do Mais Médicos.


Exército prende 10 militares por morte de civil no Rio
Dez militares do Exército foram presos ontem em flagrante pelo envolvimento no fuzilamento de um carro domingo na zona norte do Rio. O músico Evaldo Rosa dos Santos, de 46 anos, morreu ao ser atingido por três tiros nas costas quando o carro que dirigia foi alvejado por mais de 80 disparos pelos militares. Ele levava a família para um chá de bebê. O sogro dele, Sérgio Araújo, de 59 anos, e um morador local também foram feridos. O caso será investigado na Justiça Militar. (Metrópole / Pág. A13)

‘Não ia imaginar que iam atirar em nós’
“Eu vi os militares, mas não ia imaginar que iam atirar em nós. Eu perdi o meu marido e o meu melhor amigo”, disse ontem Luciana Nogueira, que estava no carro. (Pág. A13)

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