Foto: Reprodução/TV Globo

Polícia Federal apura se o valor, vinculado a um contrato no Aeroporto de Brasília, foi repassado pelo Coronel Lima a Michel Temer


Mais uma testemunha prestou depoimento no inquérito que investiga se um decreto presidencial beneficiou empresas do setor de portos, em troca de propina. Segundo declarações do empresário Marcelo Castanho, o Coronel Lima, amigo de Michel Temer, recebeu propina no valor de R$ 1 milhão em um contrato no Aeroporto de Brasília. As informações são de Patricia Falcoski, no G1.

Castanho disse à Polícia Federal (PF) que na negociação para explorar a área do Aeroporto de Brasília com publicidade, em 2014, pagou R$ 1 milhão a uma empresa do coronel João Batista Lima Filho, ex-assessor e amigo de Temer há mais de 30 anos. O empresário revelou que fez uma parceria com o empresário Rodrigo Castro Neves, porque ele era próximo de José Antunes Sobrinho, na época presidente da Inframerica – responsável pelo aeroporto.

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Ele contou que “quando tudo já estava acertado, em setembro de 2014”, Rodrigo Neves comunicou que havia uma mudança no pagamento. Disse, ainda, que R$ 1 milhão deveria ser pago para a Argeplan, de acordo com orientação do próprio presidente da Inframerica. O coronel João Lima Batista é um dos sócios da Argeplan.

A Polícia Federal apura, agora, se o valor de um R$ 1 milhão foi repassado pelo Coronel Lima ao presidente Michel Temer. Lima é um dos investigados no inquérito dos portos, e chegou a ser preso em março deste ano. A PF suspeita que ele seja um operador de propina do presidente Temer.


Revista Fórum

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