26 de agosto de 2018 | Clipping





O Globo

Manchete : Por que eles ainda não têm candidato?
NÚMERO DE SEM-VOTO TÃO PERTO DA ELEIÇÃO É O MAIOR EM 20 ANOS

Eleitores que pretendem votar em branco, nulo ou estão indecisos somam 38% no cenário sem Lula concorrendo à Presidência, maior índice desde 1998. Ouvidos pelo GLOBO, dez brasileiros revelam por que ainda não têm candidato, embora a maioria pretenda definir um até outubro. Para analistas, a campanha na TV elevará interesse pelo pleito e ajudará na escolha. (PÁGINAS 4 e 5)


Por que eles fazem essas caras?
Raiva, incômodo, surpresa e constrangimento: emoções e sentimentos que os presidenciáveis não conseguem esconder. Especialistas em linguagem corporal analisam reações nos primeiros debates na TV (PÁGINA 10)

Cartão de rede de varejo chega a ter juro 3 vezes maior
No vácuo da retração dos bancos, redes de lojas ampliam a oferta de serviços financeiros como cartões de crédito próprios, que podem se converter em uma armadilha para os clientes: os juros são até o triplo da média do mercado. Varejistas têm ampliado os ganhos com cartões, empréstimos e até seguros. (PÁGINA 33)

Guru de Chávez crê em desfecho trágico para a Venezuela
O sociólogo alemão Heinz Dieterich, que inspirou o regime de Hugo Chávez, não crê em saídas pacíficas para a crise da Venezuela. Ele prevê que os desfechos mais prováveis para a situação do país são um golpe militar ou uma rebelião popular, que descambaria em guerra civil. (PÁGINA 39)

Sete arquitetos apresentam soluções para um Rio ideal
Resgatar a nobreza do Caminho Imperial, que se estende da Quinta da Boa Vista a Santa Cruz, é uma das propostas feitas por sete arquitetos convidados pelo GLOBO a escolher uma intervenção que aproximasse a cidade do seu Rio ideal. As ideias contemplam todas as regiões do município. (PÁGINAS 14 e 15)

Colunistas
BERNARDO MELLO FRANCO

Temer caiu no ostracismo e virou um ex-presidente em atividade (PÁGINA 3)

LAURO JARDIM

Campanha de Alckmin vai mirar pobre que é eleitor de Lula (PÁGINA 6)

ASCÂNIO SELEME

Como seriam as eleições num Brasil sem a Operação Lava-Jato? (PÁGINA 13)

ANCELMO GOIS

Emprego na construção civil cai 61% no Rio (PÁGINA 26)

MÍRIAM LEITÃO

Rede tem metas ousadas, mas o caminho ainda não está claro (PÁGINA 34)


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O Estado de S. Paulo

Manchete : Em SP, Bolsonaro herda votos do malufismo e tira de Alckmin
Fenômeno ajuda a explicar bom desempenho do deputado no Estado e fragilidade do tucano em seu reduto

A união de valores conservadores à defesa da linha dura contra o crime vem garantindo a Jair Bolsonaro (PSL) o apoio de eleitores que se identificam com o discurso associado ao ex-governador Paulo Maluf (PP). O fenômeno, segundo analistas, ajuda a explicar o desempenho do deputado, que lidera as pesquisas de intenção de voto no Estado nos cenários sem o ex-presidente Lula, condenado e preso em Curitiba.

O apoio dos “órfãos” do malufismo, que haviam passado a votar no PSDB a partir dos anos 2000, vem produzindo ainda um efeito colateral: o ex-governador tucano Geraldo Alckmin é o único dos candidatos ao Planalto mais bem colocados nas pesquisas a ter fraco desempenho em seu próprio Estado. “São eleitores capturados por uma liderança que pode ser caracterizada como neopopulista, sem muita preocupação com valores democráticos”, diz o cientista político José Álvaro Moisés. (Política / Pág. A4)


Crime organizado é entrave na segurança
Série mostra as prioridades do País para os próximos anos. Conter a criminalidade e a escalada de assassinatos é uma delas. (Págs. A10 e A11)

Pesquisa mostra as fragilidades de candidatos
Pesquisa Ibope/Estado/TV Globo mostrou que Bolsonaro tem forte resistência entre as mulheres e Marina, entre os homens. Ciro patina entre evangélicos e Alckmin não consegue conquistar os jovens. Por ora, campanhas devem concentrar esforços nos grupos em que têm melhor desempenho. (Política / Pág. A8)

“Estamos à beira do abismo (...) 
Entrevista

Quando se vota por ódio ou raiva, os riscos são muito altos” Boris Fausto, cientista político. (Pág. A9)


Uma a cada três cidades não gera receita nem para pagar prefeito
Um terço das cidades do País - ou 1.872 municípios - não tem receita nem para pagar o salário do prefeito e depende de repasses do Estado e da União. O problema é mais grave em localidades que, sem capacidade de atrair empresas e empregos, não conseguem justificar a emancipação. Projeto de lei prevê a criação de mais 400 cidades. (Economia / Págs. B1 e B4)

‘Vale não entregou o que prometeu’
Entrevista : Fabio Schvartsman - presidente da Vale

Empresa viveu euforia com período de alta no preço dos minérios, mas depois sofreu com a piora do cenário, avalia presidente. Plano agora é reduzir ritmo de investimentos e remunerar melhor os acionistas. (Economia / Pág. B11)


Aluno de colégio militar custa três vezes mais (Política / Pág. A6)

Eliane Cantanhêde
Bolsonaro e Alckmin têm artilharia, mas Lula tem mais. Abusa de ações para efeito jornalístico. (Pág. A6)

Vera Magalhães
Líder nas pesquisas, Bolsonaro recolhe seus exércitos e reforça os territórios já conquistados. (Pág. A8)

Paulo Leme
O real seguirá volátil até que o próximo governo ancore as expectativas do mercado. (Economia / Pág. B6)

Notas & Informações
Mais um ano de Lava Jato

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, prorrogou por mais um ano, até setembro de 2019, a força-tarefa da Lava Jato, concentrada em Curitiba. (Pág. A3)

A Justiça ignora a crise

A despeito das razões humanitárias do adicional de aposentados, a decisão judicial sobre o tema é questionável. (Pág. A3)


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Folha de S. Paulo

Manchete : Planos de governo de presidenciáveis são pouco realistas
Programas subestimam fragilidade financeira dopaís ao traçar objetivos para áreas como educação e segurança

Candidatos à Presidência incluíram em suas plataformas de campanha metas, em áreas como economia, educação, segurança e desmatamento, que não parecem realistas se confrontadas com a realidade do país. É o que conclui análise da Folha, com ajuda de especialistas, nos documentos registrados pelos concorrentes mais bem posicionados. A questão do rombo nas contas do governo é um exemplo. Jair Bolsonaro (PSL) promete eliminar o problema em um ano. Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT), em dois. Mas projeções da Instituição Fiscal Independente, órgão do Senado que monitora as finanças públicas, sugerem ser muito difícil acabar com o déficit antes de 2022. Na educação, Lula (PT), preso e virtualmente impedido de concorrer pela lei vigente, e Marina Silva (Rede) se comprometem a cumprir metas que incluem elevar o investimento na área de 6% para 10% do PIB até 2024. O direcionamento de verba ao setor, porém, evoluiu lentamente na última década, com crescimento inferior a 1% do PIB. (Eleições 2018 A4)


Boa Vista vive desafio de abrigar 30 mil imigrantes venezuelanos
Cidade de 320 mil habitantes, a capital de Roraima, Boa Vista, passou a conviver com cerca de 30 mil imigrantes venezuelanos, 2.000 deles vivendo na rua. Moradores reclamam de hospitais lotados e da alta na violência. (Mundo A16)

Editorial
Pior sem ele

Sobre os gargalos do SUS, que demandarão reformas de gestão num contexto de crise orçamentária e envelhecimento populacional (A2)





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