07 de junho de 2018 | Clipping






O Globo


Manchete: Prefeitura do Rio tem 300 obras paradas
Falta dinheiro para concluir construções

Com problemas de gestão e sem planejamento, administração municipal fica engessada




Do BRT da Avenida Brasil à infraestrutura de bairros da Zona Oeste, passando pela construção de clínicas da família e escolas, as obras abandonadas pela prefeitura espalham- se pelo Rio. Após 18 meses da gestão Crivella, cerca de 300 obras estão paralisadas. A maior parte foi interrompida no fim do governo do ex-prefeito Eduardo Paes. Faltam recursos para concluí-las ou para o custeio após finalizá- las, caso de escolas e unidades de saúde. Prefeitura e vereadores discutem o problema em audiência pública, hoje. A Casa Civil afirma que as obras serão retomadas no segundo semestre. Já o ex-prefeito diz que é natural suspender projetos nos últimos meses de administração. (PÁGINA 9)


Setor produtivo protesta, e tabela de preço de fretes muda
Valor do diesel não cai R$ 0,46 na bomba

O governo ainda não cumpriu os compromissos assumidos com os caminhoneiros para o fim da greve e já recuou da tabela de preços de fretes, alvo de críticas do agronegócio e de outros setores da economia. Nova tabela deve ser publicada hoje. A redução de R$ 0,46 no preço do diesel também não chegou às bombas, e a polêmica anistia das multas por obstrução das estradas deverá constar de medida provisória. (PÁGINAS 19 e 20)


Adversários partem para o ataque a Bolsonaro
Alckmin desafia presidenciável do PSL para debate; Ciro Gomes o chama de ‘boçal’

Adversários de Jair Bolsonaro na corrida presidencial radicalizaram o discurso contra o pré-candidato do PSL. Ciro Gomes (PDT) chamou-o de “boçal” e “câncer a ser extirpado”. Numa rede social, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) desafiou o rival para debater segurança pública. Em sabatina no “Correio Braziliense”, Marina Silva (Rede) repudiou a política de armar a população proposta por Bolsonaro, que, depois de críticas ao Bolsa Família, passou a elogiar o programa. (PÁGINA 3)


PF pede quebra de sigilo de Temer e ministros
Polícia Federal, que apura repasse da Odebrecht ao MDB, pediu ao STF quebra do sigilo telefônico do presidente, de Moreira Franco e Eliseu Padilha. (PÁGINA 6)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Acordo ameaçado
Pressionado por vários setores, o governo enfrenta dificuldades para pôr em prática os principais pontos do acordo feito para acabar com a greve dos motoristas, como desconto de R$ 0,46 no litro do diesel e tabelamento do frete. O impasse tem deixado os caminhoneiros novamente inquietos. Planalto diz que está cumprindo o prometido. (ECONOMIA / PÁGS. B1 a B4)



PF quer quebrar sigilo telefônico de Temer e de ministros
A Polícia Federal pediu ao STF a quebra do sigilo telefônico de 2014 de Michel Temer e dos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e de Minas e Energia, Moreira Franco. O objetivo é ampliar a investigação sobre o suposto pagamento de R$ 10 milhões que teria sido feito pela Odebrecht ao grupo político do presidente e acertado em reunião no Palácio do Jaburu. Eles negam. O ministro Edson Fachin decidirá se aceita o pedido da PF. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Planalto vê ‘ficção policial’

Em nota, Michel Temer afirmou que “nada mais precisa ser dito sobre esse escândalo digno do Projac, a maior fábrica de ficções do País”. (PÁG. A4)


Plano prevê uso de militares da reserva na polícia do Rio
Com 66 metas, o plano estratégico da intervenção federal no Rio, obtido pelo Estado, prevê a contratação de militares da reserva para as polícias e maior poder de atuação da PM sobre desmanches de veículos. Finalizado mais de cem dias depois da chegada das tropas à cidade, o documento também defende mais eventos cívicos em quartéis. Pontos críticos, como a diminuição da criminalidade, no entanto, não têm meta clara. (METRÓPOLE / PÁG. A13)

Preso por engano
Operação da PF prendeu por engano o sindicalista Ruy Queiroz de Amorim. Ele foi solto depois que outro preso apontou o equívoco. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Servidores invadem palácio
Funcionários públicos ligados à segurança em MG invadiram o Palácio da Liberdade, onde despacha o governador Fernando Pimentel (PT), em protesto contra o pagamento parcelado de salários. (METRÓPOLE / PÁG. A14)

Câmara aprova multa de 50% para devolução de imóvel
Deputados aprovaram ontem novas regras para a devolução de imóveis comprados na planta. De acordo com o texto, quem desistir do negócio pagará multa de 50% do valor já quitado à construtora. Casos julgados na Justiça previam retenção de 10% a 25%. Também serão descontados do consumidor a taxa de corretagem e impostos. A proposta ainda livra as construtoras de ônus em atrasos de até 180 dias na entrega do imóvel. (ECONOMIA / PÁG. B13)

Supremo derruba voto impresso nas eleições (POLÍTICA / PÁG. A9)


Mortes por gripe crescem 180% em SP (METRÓPOLE / PÁG. A16)


Colunistas
Celso Ming

Épocas de crise produzem coceiras populistas. Uma dessas é a que pressiona por tabelamentos de preços. (ECONOMIA / PÁG. B2)

William Waack

Mesmo com tamanha imprevisibilidade sobre as eleições de outubro já sabemos algo sobre o que vem por aí. É de tirar o sono. (POLÍTICA / PÁG. A6)


Notas & Informações 
A sedução do controle de preços Entusiastas do controle de preços não lidam com a realidade e sim com o devaneio de que basta querer para que os preços se ajustem a seus desejos. (PÁG. A3)

Indústria reage, mas insegura

Não há como estimar, ainda, os efeitos da desordem promovida pelos transportadores. (PÁG. A3)


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Folha de S. Paulo


Manchete: Concessão de Temer aos caminhoneiros abre frentes de crise
Ministérios têm discursos distintos sobre tabelamento de frete; estados reclamam da perda de receitas com a Cide



As concessões do governo Temer a caminhoneiros abriram frentes de crise, envolvendo ministérios, agência reguladora, órgão de controle, estados e empresários. O ministro Valter Casimiro (Transportes) disse que a Agência Nacional de Transportes Terrestres revisaria os fretes mínimos pactuados com a categoria e definidos em medida provisória. A revisão atende a Blairo Maggi (Agricultura), que recebeu reclamações do setor agropecuário. “Ninguém está querendo fugir do acordo que o presidente fez. Agora, que ele seja justo para todos os lados”, disse o ministro. Eliseu Padilha, da Casa Civil, disse que a tabela será mantida. “Erros ou omissões devidamente comprovados poderão ser corrigidos.” Outra regra que deve ter resistência é a reserva de 30% do frete da Companhia Nacional de Abastecimento para autônomos, sem licitação. O Tribunal de Contas da União analisa o assunto. Já os governadores reclamam da perda de receita pela queda do preço do diesel com o fim da incidência da Cide. Parte desse ganho vai para os estados. (Mercado A15)


Laura Carvalho
Subsídio à compra de caminhões não é a causa da crise

Não houve excesso significativo de oferta de caminhões na economia do país. O que houve foi um recuo da demanda em razão da crise, que prejudicou desproporcionalmente o Setor de Cargas. (Mercado A22)


Dólar vai a R$ 3,84 eguru do mercado prevê crise cambial
O dólar fechou a R$ 3,84 ontem, a maior cotação nominal desde 2 de março de 2016. A alta foi atribuída à situação fiscal e ao receio comas eleições. Guru do mercado, Mohamed El-Erian questionou se o Brasil será o próximo emergente a enfrentar Crise Cambial. (Mercado A20)

Câmara aprova lei para desistência de imóvel na planta (Mercado A19)


Servidores da segurança pública invadem Palácio da Liberdade, sede do governo de MG
Havia entre os manifestantes policiais, bombeiros e agentes carcerários; eles pedem reposição salarial e fim do parcelamento de seus rendimentos. (Cotidiano B4)

Editoriais
602.960

Sobre número alarmante de homicídios em 11 anos.

Cortar ou tributar

Acerca de debate em tomo do rombo no caixa federal. (Opinião A2)


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Mídia