Da pesquisa CNI Ibope, que acaba de ser divulgada, informando que a popularidade de Michel Temer cai atingiu seu nível mais baixo com os que que avaliam o governo como ótimo ou bom recuando de 10% dos entrevistados, em março, para apenas 5% em julho, enquanto os que avaliam o governo como ruim ou péssimo sobem de 55% para 70%.

“O percentual de aprovação da maneira de governar do presidente Temer é de 22% entre os entrevistados com renda familiar de mais de cinco salários mínimos, o dobro do percentual considerando o total da amostra.”


Temer, apesar disso, consegue superar o recorde de impopularidade de José Sarney, na fase pós- Plano Cruzado, quando era apedrejado nas ruas do Rio de Janeiro. Nunca antes na história deste país – ao menos nos registros do Ibope pós-ditadura, um presidente da República teve tão baixo grau de aprovação.

Só 11% preferem o Governo Temer, numa bofetada estatística aos que ainda acham que o impeachment serviu para algo senão atirar nosso país numa desgraça institucional e econômica.

Mas o que está ruim, na opinião da maioria, ainda vai piorar.


Das 2 mil entrevistas realizadas pelo Ibope em 125 municípios, de 13 a 16 de julho (antes, portanto do reajuste dos combustíveis), nada menos que 1.300 (65%) apostam que a situação do país no restante do governo Michel Temer, que será ruim ou péssimo até seu fim

Apenas 9% guardam esperanças que seja bom ou ótimo.

Seja com o 5% que lhe dá o Ibope ou com os 2% que lhe deu a pesquisa Ipsos Pulso Brasil, o fato é que Michel Temer é uma ojeriza nacional.

Mas está a ponto de conseguir maioria no Congresso para dizer que as malas de Loures não vêm ao caso.

Enquanto a turma da toga trata de evitar que o Brasil possa ter um presidente que retome o vigor do Estado brasileiro.

Axact

Ronaldo

Blogueiro e livreiro, reproduzo as notícias que considero interessante para os amigos e disponíbilizo meu acervo de livros para possíveis clientes. Boa leitura e boas compras.

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