Enquanto Aécio retoma mandato de senador e Rocha Loures está em sua casa, o tesoureiro do PT não é liberado pela justiça mesmo tendo sido condenado sem provas. Desembargador (amigo de Moro) que negou sua liberdade é o único que votou pela condenação na sessão que o absolveu



Enquanto figuras como Aécio Neves, flagrado pedindo dinheiro e citado em inúmeros esquemas de corrupção, ou ainda Rocha Loures, pego fugindo com uma mala de dinheiro de propina, seguem suas vidas longe da prisão, o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari, teve seu pedido de liberdade negado mesmo já tendo sido absolvido por falta de provas.

Na noite desta terça-feira (4), o desembargador João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4) negou a liminar sob alegação de ausência de ‘flagrante ilegalidade’. Gebran Neto foi o único que votou pela condenação de Vaccari no recurso da defesa em que foi absolvido por 2 votos a 1 por falta de provas. Curiosamente, o desembargador é amigo de Sérgio Moro, que mandou prender Vaccari, e dedicou um de seus livros ao juiz de Curitiba.

A defesa do ex-tesoureiro do PT, em nota, protestou: “A defesa insiste que não houve um segundo decreto de prisão preventiva, mas a prisão foi estendida do caso no qual ele foi absolvido. Dessa forma, revogada aquela prisão, esta não pode subsistir, até porque, nenhum fundamento fático foi apresentado pelo juiz quando estendeu a preventiva, a qual hoje, se mostra, absolutamente desnecessária, após mais de dois anos de encarceramento cautelar.”

A decisão do desembargador foi dada em caráter liminar e o processo ainda será julgado pela 8ª Turma do Tribunal, que ainda pode determinar a soltura de Vaccari.



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