Responsável número 1 pela tragédia brasileira, que já desempregou 7 milhões de pessoas em dois anos, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) ainda não se pronunciou sobre o depoimento de Benedicto Júnior, o "BJ", número dois da Odebrecht; o executivo afirmou que foi o próprio Aécio quem lhe pediu R$ 9 milhões por fora, que foram distribuídos a seu marqueteiro Paulo Vasconcelos e seus principais aliados – um deles, o filho do responsável pela lista de Furnas; dois anos depois de paralisar o País com sua cruzada golpista, Aécio está nas manchetes de todos os jornais na sua real condição: a de moralista sem moral; o mais inacreditável, no entanto, é que, depois de propor a ação no TSE contra a chapa Dilma-Temer, Aécio não quer mais que o processo seja julgado, uma vez que o PSDB já assaltou o poder, mesmo tendo perdido as eleições presidenciais



Minas 247 – O senador Aécio Neves (PSDB-MG), que decidiu incendiar o País logo após ser derrotado nas eleições presidenciais de 2014, está hoje na capa de todos os jornais. Mas não como um político correto que hoje poderia estar saboreando a vitória de sua iniciativa no Tribunal Superior Eleitoral, após os indícios de que a chapa Dilma-Temer contou com financiamento ilegal de campanha. Aécio aparece como mais um moralista sem moral, que pediu R$ 9 milhões, por fora, à construtora Odebrecht (saiba mais aqui).

Os recursos, segundo o delator Benedicto Júnior, o BJ, número dois da Odebrecht, foram distribuídos entre seu marqueteiro Paulo Vasconcelos, o senador Antônio Anastasia (PMDB-MG), mais um moralista sem moral, o derrotado Pimenta da Veiga e o deputado Dimas Toledo Fabiano Júnior (PSDB-MG) – filho do notório Dimas Toledo, responsável pela notória lista de Furnas.

O mais grave, no caso de Aécio, é o fato dele próprio ter pedido as doações pelo caixa dois. O político mineiro, que quis conquistar a presidência da República na marra, ficará marcado para sempre pela hipocrisia.

Em 2015, Aécio se aliou a Eduardo Cunha, preso há quatro meses em Curitiba, para paralisar o País e promover a política do "quanto pior, melhor". Em 2016, mergulhou de cabeça no governo de Michel Temer, tornando-se sócio do assalto ao Estado. Hoje, o PSDB comanda a Petrobras, com Pedro Parente, e alguns dos ministérios mais fortes, como Cidades e Relações Exteriores.

Por isso mesmo, Aécio, que liderou um golpe parlamentar que já custou 7 milhões de empregos e 10% da economia brasileira, não quer mais que a ação no TSE seja julgada. O moralista sem moral, que pediu R$ 9 milhões, por fora, à Odebrecht, hoje está no poder, mesmo tendo perdido as eleições presidenciais de 2014.

Até agora, ele ainda não se pronunciou sobre a delação de BJ, mas deve um pedido de desculpas ao País, que certamente não fará.


Brasil 24/7
Axact

Ronaldo

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