Merval Pereira, como se sabe, jamais levantou qualquer suspeita sobre os mecanismos de sorteio dos processos dentro do Supremo quando os processos relativos a Lula caíam, volta e meia, nas mãos de Gilmar Mendes.

Mas, agora, cuida de já colocar em posição frágil qualquer relator que não deseja ver no comando dos processos das delações da Odebrecht.

Diz hoje, em sua coluna em O Globo – veja o recorte acima – que “seja qual for o resultado do sorteio, que é previsto pelo regimento interno do Supremo justamente para garantir a impessoalidade da escolha, ele será questionado”.

E chega ao impensável de duvidar da confiabilidade do sorteio, o que ou seria uma ação obscura da Presidente Cármem Lúcia ou a de “forças ocultas” dirigidas por algum ministro que duvido que você adivinhe quem seja.

Bem, se acaso o sorteado for Ricardo Lewandowski, dá para imaginar que será questionado, mesmo.

A começar por ele, Merval.
Axact

Ronaldo

Blogueiro e livreiro, reproduzo as notícias que considero interessante para os amigos e disponíbilizo meu acervo de livros para possíveis clientes. Boa leitura e boas compras.

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