A General Motors está lançando uma campanha milionária para vender seu modelo Cruze em que, com passeatas e jornais “fake” diz para as pessoas terem uma “mudança de atitude” e que ” não aceitamos menos que o justo e que cansamos da malandragem e do jeitinho”.

Ok, muito bem, embora misturar civismo e automóvel seja uma coisa pra lá de capciosa, coisa que a Fiat já fez com o tal “vem pra rua” com resultados duvidosíssimo.

Ocorre que a GM joga pedras mas tem telhado de vidro.

Com o mesmo modelo Cruze que ela quer vender com o discurso “politicamente correto”, a empresa está sendo acusada de fraudar as medições antipoluição nos Estados Unidos.

Com outros modelos, por conta de defeitos de fabricação, demora no recall e perda de valor dos veículos, a GM sofre processos bilionários.

E aqui mesmo no Brasil, arrasta-se há anos i caso judicial envolvendo a montadora com incêndios, num total de 32 acidentes e 24 vítimas fatais. A Agência Pública, na Carta Capital, publicou matérias com o relato dramático das mortes, inclusive a de uma menina de sete meses, envolvida pela chamas no carro da mãe, na garagem de casa.

Que tal a GM, que consumiu dinheiro público para não falir na crise de 2008, começar a seguir os conselhos que ela própria dá, no comercial, quando sugere às pessoas a refletirem e buscarem uma mudança de atitude.


TIJOLAÇO
Axact

Ronaldo

Blogueiro e livreiro, reproduzo as notícias que considero interessante para os amigos e disponíbilizo meu acervo de livros para possíveis clientes. Boa leitura e boas compras.

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