A peça comemorativa é de ouro e vale 100 dólares



SANDRO POZZI




As moedas são algo mais que um meio de intercâmbio que representa seu peso em ouro. O cidadão pode ver sua própria história refletida nestas peças de metal. São, de fato, uma marca física permanente que permite recordar o passado de uma nação e abraçar os valores que defende para avançar na direção do futuro. Com esse princípio em mente, a casa da moeda dos Estados Unidos acaba de apresentar um dólar de ouro para comemorar seu 225º aniversário utilizando pela primeira vez o rosto de uma mulher negra para simboliza a liberdade.

A US Mint foi fundada em 1792. A primeira fábrica para cunhar as moedas foi estabelecida na Filadélfia. As primeiras que entraram em circulação, usando a prata da família Washington. Daí até os 16 bilhões de moedas produzidas em 2016. A que leva a denominação do dólar tem uma face reservada a Lady Liberty, o símbolo mais poderoso da maior democracia do mundo, e custará 100 dólares (323 reais)

A criação de uma moeda comemorativa costuma começar com uma ideia intangíve, que os designers traduzem depois em uma imagem reconhecível para os cidadãos. E embora esta moeda seja a representação de que os Estados Unidos podem sonhar grande e alcançar o impossível, também é uma crônica da dificuldade que o país sempre teve para conseguir a liberdade para todos os cidadãos.

A impressão emblemática do ideal da liberdade, o valor fundamental sobre o qual se sustenta a nação, é associada com uma mulher branca. A US Mint opta, assim, por distanciar-se do design clássico nesta moeda comemorativa, cunhando o rosto de uma mulher negra com uma coroa de estrelas junto com a inscrição “in God we trust”. O reverso conserva uma águia em pleno voo.

A moeda de ouro de 24 quilates, que entrará em circulação em 6 de abril, é a primeira de uma série que a cada dois anos representará também a Lady Liberty com o rosto de uma mulher asiática, uma hispânica e uma índia. Além disso, o Tesouro dos EUA vai substituir a imagem do presidente Andrew Jackson nas notas de 20 dólares pela da ativista e abolicionista Harriet Tubman.
EL PAÍS Brasil
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Ronaldo

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