A professora Lourdes Bezerra Barbosa, a Lourdinha, leciona no Colégio Estadual Luiz Setti, em Jacarezinho, Norte Pioneiro. Ela foi proibida pelo governador Beto Richa (PSDB) de pegar aulas extraordinárias porque teve câncer.





Para a professora, Beto Richa não é solidário nem no câncer.

Ao invés da solidariedade, o governo do PSDB sugere que são “vagabundos” os educadores paranaenses que adocem no trabalho.

Lourdinha faz da proibição uma bandeira de luta de todos os profissionais da educação penalizados pela resolução do tucano.

Nas redes sociais a professora denuncia: “Não poderei pegar aulas extras porque tive câncer!”.

A professora Lourdinha é uma das muitos outros mestres prejudicados com as recentes ações do governo para a distribuição de aulas neste ano letivo de 2017. Ela esteve afastada para o tratamento de câncer. Por isso está proibida de escolher as aulas extraordinárias.

Beto Richa vetou a professora Lourdinha de trabalhar ao determinar que não serão atribuídas aulas extraordinárias a professores PSS que somaram 30 dias ou mais de afastamento por qualquer motivo nos últimos 3 meses de 2016.

O governo tucano também anunciou um novo critério para a distribuição das aulas: tempo maior de exercício em instituição de ensino nos últimos 5 anos e com menos dias de afastamentos (mesmo os legais como licença médica).

É por esse e outros fortes motivos que a APP-Sindicato está emergencialmente reunida nesta sexta-feira (20), em Curitiba, para discutir a deflagração de uma greve geral em todas as 2,1 mil escolas da rede pública do estado. É pela Lourdinha e pelos milhares de outros profissionais do magistério que sofrem com mais essa maldade de Beto Richa.

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