Como é que vai ficar, senhores senadores, aquela história da “voz das ruas”?

Como é que fica a frase do Ibsen Pinheiro do que “aquilo que a rua quer, esta Casa acaba querendo”.

Os 60% que a PEC da Morte precisa hoje no Senado para ser aprovada são o inverso dos 60% do povo que querem vê-la rejeitada.

Só um entre quatro brasileiros acreditou na história de que é cortando as nossas já miseráveis educação, saúde e assistência social este país será um paraíso de desenvolvimento e felicidade.

E isso com os (de)formadores de opinião na mídia dizendo que isso é o máximo da modernidade.

Mas os sehores, como perderam definitivamente a vergonha na cara, votarão a favor desta monstruosidade.

Gente sem explicação para o que faz, como o senador Cristovam Buarque, diz que “não há outro jeito, fomos sequestrados pelos banqueiros”. E, desavergonhadamente, entrega-lhes as escolas, os postos de saúde, a assistência aos idosos e aos deficientes como um “resgate” que nunca virá.

Outros se apressarão a correr e pagar a fatura do acordão costurado por Michel Temer com o STF para livrar Renan Calheiros.

Tudo o que o povo brasileiro já acha dos senhores é pouco, os senhores merecem mais.

Façam o que quiserem, já estamos acostumados com a canalhice e a desumanidade dos que deveriam ser representantes do povo.

Mas por favor, ainda que seja por piedade, poupem-nos da historinha da “voz rouca das ruas”.

Hipocrisia já é dose. Cinismo, por favor, vai ser “over”.

Tijolaço
Axact

Ronaldo

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