A produção total de petróleo e gás natural no mês passado foi de 2,88 milhões de barris de óleo equivalente por dia (óleo + gás), 5,9% maior que ano passado e 1,4% sobre o mês anterior de agosto. Deste total, um volume de 2,75 milhões de boed foram produzidos no Brasil e 0,13 milhão no exterior.

Assim, a atacada Petrobras bateu em setembro um novo recorde mensal ao superar os 2,72 milhões de boed atingidos no mês de agosto.

O caso é significativo diante dos baixos preços do barril, das pressões de governança com os desvios da Lava Jato e às ações de fatiamento da empresa e de retardamento dos projetos das novas unidade de produção com o desmonte da indústria naval nacional.

A permanecer os baixos preços, há que se começar a indagar a validade em continuar a explorar as reservas com altas produções.

Plataforma Cidade de Ilha Bela que entrou em produção em novembro de 2014 no Pré-sal da Bacia de Santos


O pré-sal continua ampliando sua participação. A produção da Petrobras junto com outras petroleiras parceiras nestes campos do pré-sal atingiu em setembro 1,46 milhões de bpd.

Enquanto isto, na Bacia de Campos, a Petrobras começa a desmobilizar a produção em várias plataformas, entre elas a do importante campo de Marlim.

Além do escasseamento do óleo em poços e campos, os seus altos custos de produção estão relacionados ao tempo de operação desta unidades.

A Petrobras possui 74 plataformas com mais de 25 anos de uso. A empresa já estuda os custos para descomissionar estas unidades de produção, priorizando a produção no pré-sal, onde a produção é feita na grande maioria dos casos por terceiros.



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