Alertado pelo GGN, de Luís Nassif, vejo na Folha que os líderes de “pataquada” – a Fiesp e a Firjan – agora querem que Michel Temer reverta as mudanças anunciadas que praticamente extinguem a exigência de conteúdo nacional na construção das plataformas e demais equipamentos de exploração de petróleo.

Os “campeões da livra iniciativa” que viviam reclamando da falta de competição agora se arrependeram, porque as petroleiras estrangeiras, quando vierem o nosso pré-sal, vêm de mala e cuia, com seus fornecedores internacionais que, obvio, podem dar melhores preços, uma vez que trabalham em escala mundial.
Percam as esperanças, senhores.

Pode ser que sobre para vocês fazerem uns caninhos, uns parafusos, quem sabe uns gradis e escadas.

Partes de maior valor agregado? Esqueçam.

Com lei e tudo, as petroleiras não preferiram pagar R$ 570 milhões em multas para importar além do que era autorizado?

Imagina sem ela e com o raciocínio “besta” de que é melhor pagar uns dólares a menos e trazer de Singapura?

Vejam como a Folha conta a história e o “dinheirinho” que se perde aqui, em produção e empregos:

“A pressão sobre o governo aumentou em junho, quando a Petrobras passou a defender abertamente a flexibilização das regras após a chegada de Pedro Parente à presidência. Em 2016, o governo recebeu os presidentes globais da Shell, Ben Van Beurden, e da Statoil, Eldar Saetre. O setor afirma que ganharia investimentos de US$ 250 bilhões com as mudanças.

O curioso é ver que o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso, diz que – o verbo é dele – as multis “ ameaçam com um investimento que só vai acontecer na década que vem. O fechamento de fábricas vai trazer desemprego agora”.
Patos.

Tijolaço
Axact

Ronaldo

Blogueiro e livreiro, reproduzo as notícias que considero interessante para os amigos e disponíbilizo meu acervo de livros para possíveis clientes. Boa leitura e boas compras.

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