No dia 21 de outubro de 1982, o escritor colombiano Gabriel García Márquez era agraciado com o Prêmio Nobel de Literatura. Criador do "realismo mágico da América Latina , ele recebeu a premiação por conta de sua grande e frutífera produção literária. García Márquez estudou advocacia para agradar ao seu pai, mas abandonou esta profissão para trabalhar como jornalista no jornal El Universal. Ele foi correspondente da agência cubana Prensa Latina e fez amizade com Fidel Castro. Sua paixão por literatura o levou a escrever romances. Seu primeiro livro foi publicado em 1955 e se chamava "La Hojarasca (O Enterro do Diabo: A revoada), que foi um fracasso editorial. Logo, se dedicou a escrever Cem Anos de Solidão, uma de suas obras fundamentais. Como ninguém na Colômbia se interessou em editar o livro, ele enviou um manuscrito para Buenos Aires, onde a primeira edição do romance foi impressa. A partir daí, García Márquez passou a ficar conhecido como um grande escritor. Além do Prêmio Nobel, ele ganhou outras dezenas de prêmios e condecorações entre eles a Ordem Nacional da Legião de Honra da França, a Ordem da Água Asteca e também foi Doutor Honoris Causa das universidades de Columbia e Cadiz. Suas obras mais célebres são, entre outras: Ninguém escreve ao Coronel (1961), Cem anos de Solidão (1967), Relato de um náufrago (1970), O outono do Patriarca (1975), Crônica de uma morte anunciada (1981), O amor nos tempos de cólera (1985), O General em seu labirinto (1989), (1996) e Memórias de minhas putas tristes (2004).



Imagem: Festival Internacional de Cinema em Guadalajara [Domínio público], viaWikimedia Commons



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