O procurador da lava jato, Deltan Dallagnol, blefou.
Blefou de maneira escandalosa, fazendo escarnio da justiça, do estado de direito e da boa fé dos cidadãos e cidadã brasileiras.
Sujeitou o país a um espetáculo deprimente de ilações, acusações sem provas, suposições, incompetência, desrespeito e de ódio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O procurador usou termos pesadíssimos contra Lula: chefe dos chefes, comandante máximo, criador de propinocracia, entre outros moralmente agressivos. Sem apresentar uma única prova. Nenhuma prova.
Buscando dar uma aparência técnica à sua sanha acusatória, Dallagnol projetou na parede um organograma patético, motivo de chacota nas redes sociais.
Mas não há nada de cômico neste trágico espetáculo.
O que o país assistiu hoje foi mais um capítulo da perseguição obsessiva e implacável ao presidente Lula. Ação que nada tem a ver com a busca da verdade. A Lava jato, até parece ter começado com uma sincera vontade de investigar crimes de corrupção, mas há muito tempo descambou para a disputa político-partidária. E, desde então, afunda cada vez mais neste desvio lastimável.
Impossível não relacionar tanta perseguição e tanto ódio ao fato de Lula ser o grande favorito às eleições presidenciais de 2018, mesmo tendo sua imagem atacada diuturnamente pela oposição, pela lava jato, pela elite econômica e pela mídia.
É triste e revoltante ver o Ministério Público Federal se entregar levianamente às paixões políticas e descer tão baixo. É preciso defender a República, sua lógica e suas instituições. O Ministério Público é uma dessas instituições.Porque não há saída para o Brasil fora da democracia.

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Ronaldo

Blogueiro e livreiro, reproduzo as notícias que considero interessante para os amigos e disponíbilizo meu acervo de livros para possíveis clientes. Boa leitura e boas compras.

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