As comunidades científica e desenvolvimentista denunciam que o interino Michel Temer (PMDB) está doando ao capital estrangeiro o petróleo brasileiro da reserva de Carcará, localizado em águas ultraprofundas da Bacia de Santos, pelo irrisório valor de dois dólares (R$ 6,28) por cada barril. Menos que o preço de uma garrafinha de água mineral vendida a R$ 8 na Olimpíada do Rio.

Na cotação mínima de ontem (11), o barril custava US$ 45 ou equivalente ou R$ 141.

O professor Ildo Sauer, da USP, em pedido de ajuda escreveu que está extremamente angustiado com o processo vil em curso de entrega de Carcará.

“Lembro que, na capitalização o barril foi avaliado entre 8 e 11 dólares. Agora estão alienando entre 700 milhões e 1,3 bilhões de barris por 2 bilhões de dólares, 2 dólares por barril. Não se trata somente deste disparate. Trata-se dos princípios e valores de conduta”, repudiou o acadêmico.

A sanha privatista de Temer poderá causar prejuízo, só em Carcará, de até R$ 40 bilhões aos brasileiros.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) entrou na jogada para denunciar esse crime contra o país.

“Entregando Carcará a 2 dólares por barril. Socorro, divulguem. Não se trata mais de derrubar impeachment. Salvar o Brasil, disto se trata.”, apelou o parlamentar.


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