Ministro das Relações Exteriores de Temer é contra a liderança do bloco por Nicolás Maduro, alegando que o país não cumpre os requisitos para integrar o mercado comum

Por Redação


Nesta quinta-feira (18), após emissão de nota do Ministério das Relações Exteriores sobre aacusação do chanceler uruguaio de que o Brasil teria tentado comprar voto contra a Venezuela na presidência do Mercosul, o ministro José Serra retomou o assunto e afirmou que a entrada do país governado por Nicolás Maduro no bloco foi um “golpe”.

A Venezuela ingressou no Mercosul oficialmente em 2012, passando a integrar o ciclo da passagem da presidência, que a cada seis meses é transferida para o chefe de Estado de outro país membro. Atualmente, o presidente do Mercosul é Tabaré Vasquez, chefe do Executivo do Uruguai e principal apoio da Venezuela para assumir o comando.

O governo interino de Michel Temer é contra a liderança do bloco por Maduro e alega que, além da instabilidade na qual o país se encontra, o país não cumpre os requisitos para integrar o mercado comum.

“O governo venezuelano entrou no Mercosul a partir de um golpe porque, para entrar, é preciso que os outros membros concordem. O Paraguai não concordava. Então, naquele momento, os governos do Brasil e da Argentina lideraram o processo para suspender o Paraguai porque o Paraguai mudou o presidente da República, mas segundo a Constituição e eles consideraram que foi antidemocrático. Com o Paraguai suspenso, a Venezuela foi admitida”, disse em entrevista à rádio CBN.

Foto: Moreira Mariz/Agência Senado






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