A defesa de Dilma Rousseff segue dando goleada no Senado. “Foi 7 a 1 para a defesa”, avaliou o senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) a após o pronunciamento do advogadoJosé Eduardo Cardozo.

Nas considerações finais, o advogado da defesa arguiu que foi criada uma tese somente para condenar presidente da República.

“Queremos condenar presidente por uma tese que foi criada somente para ela?”, questionou o defensor.

O senador Elmano Férrer (PTB-PI) disse que se emocionou com a exposição de Cardozo e confirmou o voto contra o golpe de Estado. “Estou convencido de que não há crime de responsabilidade”, disse o parlamentar.

Na avaliação de vários senadores, Dilma havia vencido ontem (29) o primeiro round no Senado. Hoje, ao que parece, novamente o time da presidente continua na dianteira.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR), coordenador do movimento antigolpe, disse que 31 senadores votaram para barrar o impeachment.

Sobre as defesas — da acusação e defesa –, Requião afirmou que não dá para comparar Cardozo com Janaina Paschoal e Miguel Reale Junior.

“Comparar o Cardoso com Janaina e Miguel Reale é covardia. Os dois últimos são direitistas alucinados”, sapecou.

A percepção de Randolfe — de que “foi 7 a 1 para a defesa” — também foi compartilhada por senadores pró-impeachment.

A sessão será retomada por volta das 14h30. Haverá réplica dos advogados da acusação e tréplica da defesa, cada parte com tempo de 1 hora. Após isso, por volta das 17h, cerca de 70 senadores iniciarão suas falas de 10 minutos cada.


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