Super Mario deixou o Traíra na chuva

'Cerra' vai ceder a medalha da Rafaela ao Japão...

Desde olimpíadas imemoriais, autoridade de primeira linha do pais anfitrião passa a responsabilidade de organizar a próxima olimpíada, na cerimônia de encerramento, a uma autoridade de primeira linha do próximo anfitrião.

O prefeito Eduardo Paes do Rio passou a bandeira olímpica à prefeita de Tokyo, e foi universalmente vaiado.

Mas, isso é de pessoal segunda linha.

O japonês de primeira linha, o Primeiro Ministro Abe compareceu de forma brilhante, como o Super Mario, no centro do Maracanã.

Foi ovacionado.

E a autoridade brasileira correspondente?

O presidente sempre interino fugiu, com a vaia retumbante que tomou na abertura.

Mandou em seu lugar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, uma piada de mau gosto, que fez uma exigência: não seria obrigado a abrir a boca.

E teve seus quinze milionésimos de segundo de fama, quando as imagens oficiais o flagraram, de passagem, em pan super rápida, ao lado do presidente do COI, o alemão Bach.

Uma vergonha irremediável.

Do tamanho da glória da Rio 2016: gigantesca!

O Governo brasileiro tem que se esconder!

Fugir!

Não pode sair do banheiro.

O Primeiro Ministro Abe se recusou a ir a Brasília, para não perder tempo com o Traíra.

Fez uma foto no Itamaraty do Rio, ao lado do 'Padim Pade Cerra'.

Padim que, certamente, se ofereceu para mandar as fragatas da Móoca para apoiar as pretensões japonesas, no Mar do Sul da China.

E ceder ao Japão a medalha da Rafael Silva, já que o judô é uma arte japonesa.

PHA
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Ronaldo

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