No dia 13 de junho é celebrado do Dia Mundial do Rock, e imediatamente nos surge à mente ícones pop do ritmo, certo? Elvis Presley, Beatles, Led Zeppelin... Nada disso! Uma das precursoras deste estilo musical é uma mulher, negra e do interior dos Estados Unidos.



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A potência da música de Sister Rosetta a colocou no posto de "madrinha do rock", mas ela é pode ser considerada muito mais que isso

Nada de jaquetas de couro, coturnos, jeans rasgados ou gel no cabelo, Sister Rosetta Tharpe foi essencialmente uma guitarrista de rock em todos os sentidos possíveis desta nomenclatura, e das melhores. Sua música era pungente e cheia de estilo. O curioso é que se tornou popular nos EUA nos anos 1940 – quase 20 anos antes do surgimento “oficial” do Rock.

Ela tinha todos os elementos: a potência na voz, atitude nos movimentos, interpretação, ritmo sincopado, veloz e dançante, mistura de estilos, solos estalados, sonoridade de guitarra, riffs intermináveis e até a estética dos instrumentos era mais “rock’n’roll”.

Sister Rosetta não é apenas uma “precursora do rock”. Ela é uma das figuras mais importantes da música do século 20, apesar de ser pouco lembrada, e quando muito como a “madrinha do rock”.

Mas apesar da qualidade de suas músicas e inovação no estilo, Sister tinha um problema. Era uma mulher nos anos 40 nos Estados Unidos. Ou seja, não trata-se de um contexto muito propício para que ela se tornasse um grande astro da música pop.

Ao ouvir a música de Sister, porém, é evidente que o que conhecemos como as grandes criações do rock, certamente beberam um pouquinho do trabalho dela.

Ouça duas canções de Sister Roosetta:








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Ronaldo

Blogueiro e livreiro, reproduzo as notícias que considero interessante para os amigos e disponíbilizo meu acervo de livros para possíveis clientes. Boa leitura e boas compras.

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