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Levantamento do Instituto Ipsos confirma o que Vox Populi e Ibope já haviam cravado: o ex-presidente Lula é o político mais aprovado do País; apesar do massacre midiático liderado pela Globo e da caçada judicial da operação Lava Jato, Lula aparece em primeiro lugar em aprovação, com 34% da preferência do eleitor; em segundo lugar vem a ex-senadora Marina Silva (Rede), com 24%; em terceiro aparece o senador José Serra (PSDB), com 18% de aprovação, seguido pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) e pelo prefeito João Doria (PSDB), ambos com 14%; Ciro Gomes vem na quinta colocação, com 11%; senador Aécio Neves (PSDB), derrotado nas eleições de 2014 e idealizar do golpe parlamentar de 2016, está na última colocação da preferência do eleitorado brasileiro, com apenas 9% de aprovação, empatado com o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ)



247 - Levantamento do Instituto Ipsos divulgado nesta quarta-feira, 26, confirma o que dois outros institutos de pesquisas já haviam cravado: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o político mais aprovado do País.

Apesar do massacre midiático liderado pela Globo e da caçada judicial da operação Lava Jato, Lula aparece em primeiro lugar em aprovação, com 34% da preferência do eleitor. Em segundo lugar vem a ex-senadora Marina Silva (Rede), com 24%.

Em terceiro aparece o senador José Serra (PSDB), com 18% de aprovação, seguido pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) e pelo prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), ambos com 14%. O presidenciável do PDT Ciro Gomes vem na quinta colocação, com 11%.

O senador Aécio Neves (PSDB), derrotado nas eleições de 2014 e idealizar do golpe parlamentar de 2016, está na última colocação da preferência do eleitorado brasileiro, com apenas 9% de aprovação, empatado com o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

A pesquisa Ipsos também mostrou que Michel Temer teve sua desaprovação elevada em nove pontos em um mês e agora, pela primeira vez desde sua posse, iguala-se à taxa do ex-deputado Eduardo Cunha, personalidade pública mais rejeitada do Brasil em reiteradas pesquisas. De acordo com o novo levantamento, 87% dos brasileiros desaprovam a forma como Temer vem atuando; a aprovação a Temer também sofreu mudança relevante no período de um mês; caiu de 17% para 10% (leia mais).

A Ipsos, que faz esse monitoramento mensalmente, ouviu 1.200 pessoas em 72 municípios entre 1º e 12 de abril, com uma marge de erro de três pontos percentuais. Números foram divulgados pelo jornal Valor Econômico.

Brasil 247


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Greve geral em São Paulo, 1917

Em 1917, quando mulheres e crianças labutavam até 16 horas diárias, irrompeu em São Paulo a primeira grande luta operária brasileira, dirigida por anarquistas. Como começou. Quais suas conquistas e atualidade



Por Eduardo Alves Siqueira
Para o dia 28 de abril de 2017 está marcada uma greve geral em todo o Brasil. A “reforma” da previdência e o projeto de terceirização, propostos pelo governo de Michel Temer e apoiados pela maioria do Congresso Nacional, motivaram sua convocação por parte dos sindicatos, centrais sindicais e movimentos sociais. Ainda não se sabe a amplitude que terá a greve, mas sua necessidade é indiscutível. Há 100 anos, em julho de 1917, eclodiram greves capitaneadas por anarquistas na cidade de São Paulo, que culminaram em uma greve geral que paralisou a capital, espalhando-se depois pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

A chamada Greve Anarquista de 1917 foi considerada a primeira greve geral do Brasil. Ao longo de meados do século XIX, até a década de 1910, as primeiras greves se restringiam a categorias isoladas de operários da embrionária indústria brasileira. A partir da abolição da escravatura, em 1888, os pequenos e grandes empresários da época passaram a utilizar mão de obra estrangeira e assalariada para substituir os escravos. Os estrangeiros, na maioria italianos, portugueses e espanhóis, deixavam sua terra natal em busca de oportunidades, para fugir da pobreza e de eventuais perseguições. Traziam consigo as ideias que começaram a dominar o pensamento europeu a partir da Revolução Francesa de 1789, entre elas, as de liberalismo, socialismo, comunismo e anarquismo. Foi nesse contexto de intercâmbio cultural que floresceram, no seio da nascente classe trabalhadora brasileira, os conceitos de sindicato, direitos trabalhistas, luta de classes, livre-mercado, etc.

Nas décadas de 1900 e 1910, o sindicalismo mundial era disputado pelas vertentes socialista, comunista e anarquista. Desta última surgiu o termo “anarcossindicalismo”, que se caracterizava por uma atuação direta dos sindicalistas na organização dos trabalhadores, seja nas fazendas ou nas fábricas, sem um caráter institucional. Então, em 1917, com a difusão dessas ideias pelos imigrantes europeus, os princípios do anarcossindicalismo ganharam visibilidade e força no Brasil, justificando o título de Greve Anarquista.

Nesse período, não havia no país uma legislação que protegesse ou garantisse direitos aos trabalhadores, apenas leis avulsas que tangenciavam a questão trabalhista. Na cidade de São Paulo, por exemplo, trabalhava-se nas fábricas de 11 a 16 horas por dia e a maior parte da mão de obra era composta por mulheres e crianças. A exploração intensiva do trabalho e o emprego de mão de obra feminina e infantil propiciava grande margem de lucro ao empresariado emergente. No entanto, a prosperidade da burguesia industrial não se refletiu em melhorias nas condições de trabalho insalubres enfrentadas pelo operariado. Greves ou reivindicações trabalhistas eram encaradas pelo governo e pelas classes dominantes como “caso de polícia”. Assim, além das jornadas de trabalho extenuantes e das condições precárias de trabalho, operários, mulheres, crianças, imigrantes e ex-escravos que trabalhavam nas fábricas ainda tinham que suportar o alto custo de vida e a miséria que se alastrou pelo Brasil durante a República Velha.

Em escala internacional, as grandes potências se digladiavam na 1ª Guerra Mundial (1914-1918) pelas conquistas territoriais na África e na Ásia . Enquanto isso, o México, em 1910, e a Rússia, em 1917, deram início a revoluções que marcaram profundamente o século XX e repercutem até os dias de hoje, colocando em evidência temas como reforma agrária, reforma urbana, nacionalização, coletivização, justiça social, direitos trabalhistas.


Edgar Leuenroth, tipógrafo e jornalista

Alguns desses conceitos eram defendidos por Edgard Leuenroth, tipógrafo e jornalista brasileiro que fundou os jornais “Terra Livre”, “A Lanterna” e “A Plebe” para disseminar suas ideias anarquistas e as reivindicações do operariado. Inspiradas nessas ideais, formaram-se as Ligas Operárias em diversos bairros de São Paulo. As ligas consistiam em conselhos de operários que se organizaram em defesa de seus interesses coletivos. Como paradigma desse tipo de organização, sob o influxo da Internacional Socialista, podemos citar os conselhos de bairro surgidos na Comuna de Paris em 1871 e os sovietes russos nas primeiras décadas do século XX.

O ponto de partida para a Greve Geral foram as greves parciais por aumento salarial e melhores condições de trabalho, que se espalharam por São Paulo nos meses de maio e junho de 1917, tendo apoio de parte da grande imprensa e sobretudo da imprensa anarquista. Na paralisação de 9 de julho do mesmo ano, na Fábrica Mariângela, a intervenção da polícia resultou na morte do sapateiro espanhol José Martinez, membro da Federação Operária de São Paulo (FOSP) e da Confederação Operária Brasileira (COB). O incidente foi o estopim para a greve geral que se seguiu a 10 de julho, data do cortejo fúnebre de José Martinez, contando com a adesão gradual de várias categorias de operários, a começar pelos trabalhadores da tecelagem Cotonifício Crespi.

A fim de manter a unidade do movimento grevista, formou-se o Comitê de Defesa Proletária (CDP), tendo como um dos líderes Edgard Leuenroth. Diante do aumento da repressão policial e da falta de um acordo entre operariado, patronato e governo, uma comissão composta por membros da imprensa tomou a frente das negociações, com a participação do CDP. Em 16 de julho, foram firmados acordos que atendiam parcialmente às reivindicações dos operários, entre elas, um incremento salarial de 20%, a liberdade de associação sindical e a não demissão dos grevistas.

Embora os acordos não tenham sido totalmente cumpridos e muitos dos militantes anarquistas fossem presos e expulsos do país de modo arbitrário, a Greve Geral de 1917 despertou nos operários a consciência de pertencimento a uma classe, a classe trabalhadora. A organização dos trabalhadores em sindicatos, federações e confederações sindicais, desde então, foram cruciais para as conquistas políticas, sociais e trabalhistas nas décadas subsequentes.

Como fruto dessas lutas e da pressão popular, Getúlio Vargas sancionou em 1943 a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Entre os objetivos de Vargas, estava uma política de conciliação de classes, visando atender em partes à demanda dos trabalhadores, sem que isto prejudicasse demasiadamente os interesses dos empresários. Outro objetivo era manter sob controle estatal a atividade dos sindicatos, submetendo-os financeiramente à tutela do Estado e às normas restritivas do Ministério do Trabalho. Tais medidas, somadas à intensa vigilância e à repressão das polícias políticas, foram minando aos poucos, nesse período, o movimento sindical — que só retornaria com força durante o governo de João Goulart (1961-1964), apresentando novas configurações.

A ditadura civil-militar, instaurada a partir de 1964, fortaleceu e ampliou os mecanismos de controle e repressão concebidos na Era Vargas. Assim, as grandes greves de Contagem e Osasco em 1968 foram sufocadas pelos militares e serviram, junto com outras motivações, para decretar o Ato Institucional nº5 (AI-5). Somente a partir de 1978, com as greves dos metalúrgicos do ABC paulista, o movimento sindical voltou a influir de modo decisivo nos avanços da classe trabalhadora e nos rumos da política nacional.

De 1917 até os dias atuais, existiram e ainda existem inúmeras disputas dentro dos grupos da esquerda e entre os governantes para domesticar os sindicatos ou monopolizar a organização dos trabalhadores, de forma oficial e legalista. No entanto, a história tem mostrado que o viés institucional dos sindicatos oficiais, reconhecidos por governos e liderados muitas vezes por “pelegos”, não trazem reais benefícios à classe trabalhadora.

Por outro lado, as ligas de bairro, as comissões internas de fábrica, as organizações por local de trabalho (OLTs), a participação expressiva das mulheres nas paralisações e a atuação dos sindicatos em sintonia com os trabalhadores do “chão de fábrica”, sem o domínio absoluto de uma cúpula sindical, demonstram que a Greve Geral Anarquista de 1917 tem muito a ensinar sobre a realidade atual. Foi essa modalidade de trabalho orgânico, subterrâneo, que tornou possível as greves de Contagem e Osasco, em 1968, no auge da repressão do regime militar. Foi o trabalho orgânico, de resistência, com lideranças na clandestinidade, que permitiu aos metalúrgicos do ABC paulista se manifestarem por seus direitos e abrirem caminho para a redemocratização do país nos anos 1980.

A meu ver, a abrangência e a legitimidade da greve geral programada para 28 de abril de 2017 dependem essencialmente dessa forma de organização autêntica, por local de trabalho, através do convencimento e da conscientização de que trabalhadores rurais, urbanos, servidores públicos, prestadores de serviços e todos os outros fazem parte de uma mesma classe trabalhadora, detentora de direitos e deveres que precisam ser respeitados por empregados, empregadores e governos. Portanto, abril de 2017 deveria prestar homenagem aos ensinamentos de julho de 1917. Deveria mostrar que as decisões arbitrárias da oligarquia política e econômica que tomou o poder, na figura de Michel Temer e seus asseclas, não serão toleradas pela maioria da população, formada por trabalhadores, e não por patrões.

Outras Palavras

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A sequência de eventos que ocorre na República Bolivariana da Venezuela mostra que a estratégia da chamada "oposição democrática" é uma conspiração sediciosa para destruir a ordem democrática, devastar as liberdades civis e fisicamente aniquilar as principais figuras do chavismo, começando com o próprio presidente Nicolás Maduro, sua família e entorno afetivo próximo.


Por Atílio Borón*

Divulgação//A direita venezuelana, alternadamente choraminga ou uiva para que a sua terra natal se torne uma abjeta colônia norte-americana

Oponentes estão metodicamente atravessando os passos indicados pelo manual desestabilizador "Sem violência estratégica" (sic!) do consultor da CIA, Eugene Sharp.

Não pode haver a menor ambiguidade na interpretação das intenções criminosas dessa oposição que, se chegar a ter êxito, seria capaz de colocá-las em ação. Se os seus chefes conseguirem envolver militarmente os Estados Unidos na crise venezuelana, propiciando a intervenção do Comando Sul – com a tradicional colaboração militar dos infames peões de Washington na região, sempre dispostos a respaldar as aventuras de seus amos do Norte – jogariam uma faísca que iria inflamar a pradaria América Latina. As consequências seriam catastróficas, não somente para os nossos povos, senão também para os Estados Unidos, que certamente iriam colher, como na invasão da Baía dos Porcos (Cuba, 1961), mais uma derrota em nossas terras.

Essa é a aposta desta oposição venezuelana, absurdamente exaltada pela imprensa hegemônica mundial. Esta imprensa, como fez antes com os "combatentes da liberdade" na Nicarágua e, em seguida, na Líbia e no Iraque, mente descaradamente ao apresentar o que está acontecendo na Venezuela. A tentação da direita venezuelana de internacionalizar o conflito e envolver o músculo militar do império ganhou força ao conhecer-se as recentes declarações do chefe do Comando Sul, o almirante Kurt Tidd, perante a Comissão das Forças Armadas do Senado dos Estados Unidos e, especialmente, quando tornou-se pública a nomeação de Liliana Ayalde como Vice-Chefa Civil do Comando Sul.

Liliana Ayalde serviu como embaixadora dos EUA no Paraguai, às vésperas do "golpe parlamentar" contra o governo de Fernando Lugo, ocasião em que se movia nos bastidores para garantir o sucesso do golpe. Depois de umas breves férias, ela retornou à região para ocupar o mesmo cargo, mas desta vez em Brasília, onde encorajou e apoiou a "derrubada institucional" de Dilma Rousseff. Consumada a sua obra, voltou para os Estados Unidos em busca de novas missões desestabilizadoras e as encontrou no Comando Sul.

Em outras palavras, o número dois dessa organização é muito mais perigoso do que o seu chefe. Ayalde é filha de um médico colombiano radicado nos Estados Unidos, ela é uma temível especialista em demolições políticas e foi designada (certamente por acaso!) para o cargo que hoje ocupa desde fevereiro deste ano, coincidindo com a intensificação dos protestos violentos contra o governo bolivariano. Como pode ser lido no website do Comando Sul, a missão de Liliana é "monitorar o desenvolvimento e aperfeiçoamento da estratégia regional Comando Sul e seus planos de cooperação em matéria de segurança".

O que a oposição "democrática" venezuelana deseja é precipitar uma violenta "transição" ao pós-chavismo, reeditando na pátria de Bolívar e Chávez a tragédia ocorrida na Líbia e no Iraque. Esse é o seu plano, o modelo que se depreende dos discursos violentos, desaforados e irresponsáveis de seus líderes e o que o Comando Sul e a sua tenebrosa Vice-chefa tem nas mangas. Poucas designações poderiam ter sido mais apropriadas do que esta de incentivar os setores da Venezuela que defendem a violência. E raras as atitudes seriam mais suicidas do que o governo venezuelano pretender apaziguar os ânimos dos violentos com concessões de vários tipos. Infelizmente, só se poderá ver a luz, como dizia José Martí, se o estado aplicar todo o rigor da lei e apelar à eficácia de sua força para submeter o vandalismo de direita e esmagar o ovo da serpente antes que seja tarde demais.

Fascistas? Sim, por seus métodos, semelhantes aos utilizados por grupos armados de Mussolini e Hitler, para aterrorizar italianos e alemães, semeando a destruição e a morte a partir de uma onda terrorista; fascistas por seu conteúdo político, porque a sua proposta é inerentemente reacionária, ao pretender apagar em um canetaço, como tentou sem sucesso no golpe de 11 de Abril de 2002, todas as conquistas populares alcançadas a partir de 1999.

Fascistas também em função da absoluta imoralidade e falta de escrúpulos de seus líderes, alimentando o fogo da violência, encorajando os seus bandos de lumpens e paramilitares a atentar contra a vida e a propriedade dos venezuelanos e as agências e instituições do Estado – hospitais, escolas, edifícios públicos etc –, e que não recuam diante da possibilidade de mergulhar a Venezuela em uma sangrenta guerra civil ou, no caso improvável de prevalecer, transformando o país em um abominável protetorado estadunindese.

Todos os adversários venezuelanos são piores do que os fascistas na medida em que estes mantinham, pelo menos, um certo sentido nacional. Os seus congêneres italianos e alemães nem remotamente arrastaram-se na lama da política internacional para oferecer os seus países a uma potência estrangeira, como faz a direita venezuelana, enterrada para sempre na eterna ignomínia. A direita venezuelana, alternadamente choraminga ou uiva para que a sua terra natal, a pátria de Simón Rodríguez e Francisco de Miranda, Simón Bolívar e Hugo Chávez, se torne uma abjeta colônia norte-americana. Tratá-los como fascistas seria fazer-lhes um favor. Eles são muito piores e mais desprezíveis do que aqueles.

*Atilio Borón é sociólogo e cientista político, escritor e professor da Universidade de Buenos Aires, integrante do Partido Comunista da Argentina. Foi Secretário Executivo do Conselho Latino-americano de Ciências Sociais Clacso
Vermelho

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